Essa foi, talvez, a sua leitura mais visionária: ele [Eugênio Cordaro] intuiu que as uniões bem-conduzidas, longe de dissolver identidades, poderiam ser a forma de sucessão mais potente para mantê-las vivas […] colocando o conhecimento a serviço dos laços humanos.”
— Ana Cristina Dunker (Diretora-geral da Carandá)
Hoje, 32 anos depois, Dunker relembra a percepção sensível e estratégica de Eugênio: a fusão do Viva Vida, em 2002 e do conjunto à Escola Carandá, em 2012; da fundação do Grupo OEP (constituído pelos Colégios Oswald, Elvira Brandão, Colégio Piaget, Crescer Sempre e a Carandá Educação), em 2014; a fundação da Abepar (Associação Brasileira de Escolas Particulares), em 2016; entre outros. O texto traz os feitos de Eugênio Cordaro à educação humanista brasileira, com a sensibilidade de quem pode construir uma parceria longeva na educação.
Acho que esse olhar criativo, um olhar sensível, cuidadoso, ao mesmo tempo firme, pôde também despertar para as escolas – não só o Oswald, mas para todas as escolas que ele assessorou administrativamente – produzir novos olhares, novos panoramas, um olhar para frente.”
— Gabriela Cordaro Pieroni (Assessora de Práticas Inclusivas da Educação Infantil e Ensino Fundamental I)
[Ele ensinou que] com criatividade, com coragem, com espírito inovador, a gente pode conseguir aquilo que a gente quer. E sou muito grata a ele, como ele me formou e educou enquanto pessoa e como educadora.”
— Gabriela Cordaro Pieroni (Assessora de Práticas Inclusivas da Educação Infantil e Ensino Fundamental I)
Eu acho que a música, a arte, é uma linha que costura o homem Eugênio – como artista, como músico… E isso tem muito a ver com o Oswald.”
— Andréa Andreucci Ramos Maria (Diretora–geral do Oswald)
O nome Oswald de Andrade em nossa escola não é por acaso, o poeta modernista carregava um olhar crítico, ousado e consciente que moldou (e molda) a forma como pensamos em educação. Para Andréa Andreucci (Diretora-geral do Oswald), a liderança de Cordaro sempre foi voltada ao sonhar coletivamente e investir num modelo de aprendizagem baseado em relações humanizadas, atravessada por diversas linguagens e saberes.
O que me encantou ao conversar com o educador Eugênio é a pessoa, o músico, o artista e o sonhador. Porque ele sempre fala que em qualquer desafio que a gente tenha – e a gente teve vários desafios, como a educação propõe –, que a gente nunca desista do sonho.”
— Andréa Andreucci Ramos Maria (Diretora–geral do Oswald)
Então, o que o Oswald tem do Eugênio? É a arte, é a música, é a concepção da escola.”
— Andréa Andreucci Ramos Maria (Diretora–geral do Oswald)
Confiram também a homenagem feita pela Abepar, no vídeo abaixo: